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Praça homenageia migrantes em Cascavel

Praça do Migrante em Cascavel (Bruno Quiocca)
Por Willian Barbosa
A Praça do Migrante uma das mais antigas de Cascavel, também denominada de Praça Florêncio Galafassi, foi construída em 1977, pelo então prefeito Jaci Miguel Scanagatta, em homenagem ao pioneirismo.
Simboliza as frentes migratórias (o migrante, aquele que muda de uma região para outra) que aqui chegaram de todos os estados brasileiros.
Florêncio Galafassi (1898-1976) foi um dos principais pioneiros do município, chegou a Cascavel em 1948, para dirigir uma indústria madeireira, nasceu em Bento Gonçalves (RS). Está localizada na região oeste da cidade onde as primeiras lojas de comércio se estabeleceram.
A praça é composta por um monumento constituído por cinco rampas que representam o volume de migrantes que a cidade recebeu de cada região, e procura exprimir a chegada e conquistas dos pioneiros, a descoberta e o domínio sobre esta terra que foi a última aventura colonizadora do extremo sul brasileiro.
Todos os estados brasileiros e o Distrito Federal estão representados pelas suas bandeiras. Em uma homenagem àqueles que escreveram o início da história do município, através de luta, coragem e conquistas.
Segundo a Secretaria de Comunicação Social da Prefeitura, a fim de resgatar este local de grande significado histórico, sua reestruturação aconteceu entre 1º de julho de 2003, e reinaugurada em 3 de setembro de 2004 pelo ex-prefeito Edgar Bueno.
Com uma área de 9530m² e investimentos no valor de R$ 550.000.00 as obras de reconstrução contaram com: colocação de 3.367m² de paver, instalação de 14 bancos e 13 lixeiras, aproximadamente 5.200m² de grama, trabalhos de paisagismo com a construção de canteiros de plantas ornamentais e flores.
As obras contaram com instalação de uma nova iluminação em toda a extensão da praça, assim como no espelho d’água que com uma área de 986m², foi reestruturado e recebeu a instalação de um chafariz.
Segundo Simone Botelho, originária do Rio Grande do Sul e seu filho Eduardo que sempre freqüentam a praça, e moram em Cascavel no Parque Verde há oito anos. “A praça era abandonada às rampas eram usadas como pista, não havia bandeiras nem flores”.
Jean Marcelo do Carmo e Elton Mello de Pato Branco vieram para um congresso de pastores da Igreja Batista, e gostaram muito do espaço. “Deveriam existir mais monumentos como este que valoriza a história do município”, disse Elton.
A praça do migrante, após sua reforma, é utilizada por populares e visitantes, como um local de lazer e passatempo, é um excelente local para fotografias e reunir os amigos para uma boa conversa, devido a sua boa localização e preservação.
Diana Nascimento veio de Curitiba há uma semana, acompanhada por seu primo André Apoluceno que mora em Cascavel há cinco anos, eles sempre freqüentam a praça. Para André, “A praça fica sempre cheia, à noite pessoas vêem lanchar e tirar fotos, antigamente havia pouca grama, um lugar para crianças e as árvores apenas”.
“Agora com a praça revitalizada, é comum vermos pessoas de diferentes lugares que param para apreciar a praça e fotografar seu novo espaço de lazer para toda comunidade”. Acrescenta.

Add comment 7, Junho 2008

O desenvolvimento do oeste cascavelense

Prefeitura municipal de Cascavel (Deivid Orlandini) 
Por Deivid Orlandini
A região oeste de Cascavel é hoje sem dúvida a que mais cresce, com uma população estimada em mais de 70 mil habitantes é visível que esta parte da cidade começa a ter um considerável salto sobre as demais regiões do município.
Os altos investimentos privados trouxeram um aumento de novas vagas no mercado de trabalho, tanto nas indústrias localizadas às margens da BR 277 como as localizadas dentro dos dois núcleos industriais, o do bairro Guarujá e também o núcleo Nicolau Albino Schimidt, fazendo com que os moradores dessa região não precisem se deslocar com dificuldade ao local de trabalho.
A implantação de três faculdades foi fundamental para a região, trazendo assim uma maior valorização imobiliária e um aquecimento na construção civil, gerando novos empregos diretos e indiretos, e levando até mesmo a uma falta de profissionais nessa área com mão-de-obra especializada.
O comércio por sua vez não foi diferente, com o surgimento de novas micro empresas, principalmente bares, lanchonetes e pequenos mercados a população sentiu uma melhor comodidade na área de prestação de serviços. Onde antes havia apenas lotes baldios, hoje a imagem é totalmente diferente, trazendo não só pequenos investimentos como também grandes instalações comerciais e industriais.
Outra facilidade encontrada pelos moradores é a proximidade das instalações públicas, principalmente na área da saúde, além do hospital universitário a população pode contar com o Posto de Atendimento Continuado (PAC I) e os postos de saúde dos bairros Santa Cruz, Palmeiras, Guarujá e Aclimação. A prefeitura municipal também está localizada na região oeste, e isso facilita a locomoção dos moradores para suas eventuais necessidades, além do Fórum, a rodoviária e o terminal de transporte coletivo, conta ainda com Câmara de Vereadores, a Amop (Associação das Câmaras Municipais do Oeste do Paraná) Acic (Associação Comercial e Industrial de Cascavel) e também o Shopping JL, que além de entretenimento aos moradores é um gerador de empregos em suas várias lojas.
Na questão da educação a região é bem servida possuindo não apenas três grandes instituições de ensino superior como várias opções de ensino público, tanto municipal como estadual, onde milhares de crianças e adolescentes freqüentam diariamente esses estabelecimentos de ensino.
Morador a mais de vinte anos no bairro Santo Onofre, o Sr. Djalma Medeiros se diz satisfeito por morar nesta região da cidade, “com certeza é à parte da cidade que mais cresce hoje em Cascavel e está valorizando muito por aqui, antes era muito mato, agora com novas pavimentações e melhor infra-estrutura tudo está mudando para melhor”.
Outros moradores também estão contentes com as melhorias feitas na região oeste de Cascavel, reclamam apenas da falta de segurança que segundo eles está longe de ser resolvida.

Add comment 7, Junho 2008


Expediente

O Informativo Bakiorne é um trabalho desenvolvido pelos acadêmicos: Deivid Orlandini, Douglas Kichel, Fernando Neves e Willian Barbosa, na disciplina de Técnica de Reportagem, Entrevista e Pesquisa I, regida pelo Professor Jeferson Popiu, do 1º ano de Comunicação Social - Jornalismo 2008 da Univel – União Educacional de Cascavel. O nome “Bakiorne” surgiu da junção das duas primeiras letras dos sobrenomes de seus respectivos criadores.

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